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Hospital precisa contratar cerca de 20 profissionais de saúde para que os primeiros cinco leitos UTI's COVID comecem a funcionar em Rio Negrinho, afirma assessora de gestão da instituição

RIO NEGRINHO. A notícia, no início desta semana, da liberação de 10 leitos de UTI junto a Fundação Hospitalar Rio Negrinho a serem destinados aos pacientes com Covid-19 trouxe esperança em um momento em que a cidade se aproxima dos dois mil casos da doença – 1.977 pessoas foram confirmados até hoje, 5 de março, além de 1961 casos descartados, 1878 pessoas recuperadas e 24 óbitos. Contudo, os esforços se concentram agora na contratação dos profissionais que irão atuar junto a Unidade de Terapia Intensiva. “Estamos trabalhando arduamente para que o mais rápido possível a UTI possa entrar em atividade”, diz Isa Maris Raulino, assessora de gestão do Instituto Santé, entidade que administra a FHRN. Até agora recebemos cinco respiradores e cinco monitores. Mas ainda faltam algumas coisas bem importantes, como por exemplo as bombas de infusão, e claro, o mais importante, equipe médica e de enfermagem montada”, frisa. Ela explica que para que os primeiros cinco leitos possam funcionar, o hospital precisará de no mínimo cinco enfermeiros, dez técnicos de enfermagem, cinco médicos e fisioterapeutas. “De preferência com experiência em UTI”, ressalta. A unidade já abriu a oferta de vagas são para enfermeiro (a), técnico (a) de enfermagem e médico plantonista/intensivista, sendo que os interessados devem preencher formulário (clique aqui para acessar) e aguardar contato da Fundação Hospitalar. Planos para permanência da UTI, mesmo após pandemia A respeito dos leitos de UTI disponibilizados junto a Fundação Hospitalar, estes serão disponibilizados neste momento apenas para os pacientes da Covid-19. “Sendo que essas unidades sempre são separadas das UTI’s gerais”, explica a assessora de gestão. Inicialmente temos a ideia de manter apenas em momento de pandemia. Estamos apenas pensando em atender a população da melhor maneira”, complementa. Para que façamos credenciamento como UTI geral após este momento, serão necessários muitos investimentos além do que está sendo investido neste momento, principalmente em questões estruturais”, aponta ainda Isa. Mesmo assim, ela afirma que em um segundo momento serão feitos novos planos quanto à permanência do serviço de terapia intensiva junto a Fundação Hospitalar. Regularização ambiental Aconteceu nesta tarde, a entrega da Licença Ambiental de Operação (LAO) da Fundação Hospitalar Rio Negrinho, resultado da ação conjunta do GR3, Serviço Autônomo Municipal de Saneamento Básico (Samae) e Murara Engenharia que juntos trabalharam visando as adequações necessárias para regularização do hospital. A licença ambiental é para todos os serviços prestados pela FHRN. Estiveram presentes os engenheiros Mauro Murara e João Vitor Matias representando a Murara Engenharia, o engenheiro Hugo Binder representando o SAMAE, Antonio Oliveira Gomes Filho, presidente do Hospital e representante do GR3 e Tércio Egon Paulo Kasten, diretor Administrativo da FHRN através do Instituto Santé. Promoções

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