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"Entendo que não é a economia que vai fazer a diferença por si só; é muito mais a gente fazendo do que esperando que alguém faça", comenta vice-presidente da Acirne

E foi sobre todas essas experiências que ela falou à reportagem do Nossas Notícias, em um bate papo muito sincero e inspirador.
Confira a entrevista!
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Nossas Notícias –  Como foi a experiência de presidir a Associação Empresarial de Rio Negrinho? Qual é o panorama que você vê, hoje, meses depois de ter passado o cargo?
Eliete – A Acirne foi uma experiência que não tem como medir em termos de crescimento, aprendizado e amadurecimento. De não ser superficial no que se fala e no que se faz. Foi certamente foi um grande desafio, mas um aprendizado que não tem preço.
Nossas Notícias – Ser gestora de uma empresa e enfrentar desafios é um processo natural. Agora como foi para você, ser gestora de uma entidade que reúne quase 300 empresários, de diferentes setores, diferentes necessidades e pontos de vista?
Eliete – Com certeza que surgiram obstáculos. E alguns que pareciam até  intransponíveis num primeiro momento, mas tive que resolver de alguma forma.
A  partir daí fui entendendo que eu tinha, sim, capacidade de resolver esses problemas, da forma mais diplomática possível, mas mantendo sempre uma postura.
Nessas horas não me imaginava “presidente da Acirne”, mas sim alguém trabalhando pela comunidade.
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Nossas Notícias – A Acirne é uma organização de 41 anos. Você foi a segunda presidente mulher nessa história toda. Como foi isso? 
Eliete – Enquanto mulher, a gente tem naturalmente receio de estar em um meio de maioria masculina. Mas esqueci essas “diferenças” e só trabalhei rsrs
Acho que temos a escolha de nos vermos como “vítima” ou trabalhar e fazer a diferença.
Eu escolhi focar nesse propósito de trabalho e as coisas foram acontecendo. Não trabalho em busca de status ou reconhecimento, apenas busco fazer a diferença e levar outras pessoas a enfrentar desafios, mesmo que pareçam impossíveis no início.
O importante é seguir em frente, mesmo diante de preconceitos e dificuldades e assim aproveitar ao máximo essa troca de experiências tanto na vida pessoal, como profissional.
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Nossas Notícias – E com base na sua experiência na Acirne, você pensa em seguir carreira política ( comentário ventilado por muitos ), “dar um tempo” e se dedicar aos negócios ou ainda continuar ativa em trabalhos voluntários na cidade? 
Eliete – Sempre disse e continuo a garantir que não tenho pretensões políticas. Porém entendo que ninguém consegue bons resultados sozinho e que valorizar a contribuição dos demais é essencial para o sucesso do trabalho.
Nesse período na presidência da Associação deixei um pouco  de lado os negócios e agora estou retornando, porém não fecho as portas para essa linha do associativismo e empreendedorismo e quero  continuar contribuindo com o que estiver em meu alcance.
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Nossas Notícias – Com base na sua vivência e em toda experiência que adquiriu em Rio Negrinho, na região, no estado e até mesmo na Alemanha para onde viajou com recursos próprios para conhecer o “berço” do DEL, qual você entende ser o maior desafio do empresariado local, desde o MEI até o grande empresário? 
Eliete – Entendo que o desafio para o empresariado local é ter que estar o tempo todo ligado, isso tanto o micro quanto o grande empreendedor.
Hoje todos basicamente tem o mesmo nível de acesso à informação então não dá pra viver muito só no nosso mundo e na nossa cultura. O empresário tem que pesquisar, buscar o novo, não tem segredo. As oportunidades estão aí e o diferencial está nas mãos de quem está buscando inovar.
Minha mãe sempre diz que a partir do momento em que comecei a estudar, com 7 anos de idade, nunca mais parei  e quanto mais estudo mais percebo que eu preciso aprender, imagine se eu ficasse parada.
Os negócios não acontecem por si só. As crises existem, já enfrentamos várias, mas os negócios continuam e tem gente que está se dando bem porque está buscando isso e não só reclamando ou na zona de conforto.
Acredito na conexão constante, acredito e torço para que a economia melhore, mas acredito também que não é a economia que vai fazer a diferença por si só , é na verdade muito mais a gente fazendo do que esperando que alguém faça.
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