
Morador da cidade que fechou, pelo whatsapp, contrato com representante de uma corretora de seguros de Piên (PR), acabou precisando registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia rio-negrinhense.
Ele contratou o seguro para sua caminhonete a partir da indicação de conhecidos e pagou, diretamente ao funcionário da empresa, quatro parcelas de R$ 875 cada.
Conforme o rio-negrinhense, o homem se comprometeu a realizar o pagamento da apólice e ainda tentar mais um desconto diretamente com a seguradora. Até aí estava tudo certo, até porque ele recebeu a apólice do seguro, assinada.
Porém ele acabou se envolvendo em um acidente de trânsito e por isso entrou em contato com o funcionário da corretora, informando que havia capotado o veículo e precisava acionar o seguro.
Ele contou que naquele momento, o funcionário lhe garantiu que tomaria todas as providências e tudo seria resolvido. No dia seguinte, a caminhonete foi encaminhada para a oficina vinculada a seguradora.
Então, tudo certo, né? Não!
Com a demora da avaliação do perito da seguradora, o rio-negrinhense decidiu entrar no site da empresa e ao inserir seus dados, foi notificado de que seu CPF não estava vinculado ao seguro.
📌 Ele procurou o funcionário da corretora e na sequência contatou o proprietário da empresa, quando foi informado que seu CPF não estava vinculado a nenhum tipo de seguro e de que a apólice recebida por ele não constava no registro da corretora.
Além disso, ele ainda soube que o funcionário que lhe atendeu não prestava mais serviços para a empresa e que provavelmente, apesar do seguro ter sido aprovado no seu CPF , o dinheiro do pagamento das parcelas não havia sido recebido pela corretora, uma vez que fez entregou o dinheiro diretamente para o agora seu ex-colaborador.
Como ainda tinha todas as conversas registradas com o homem, ele resolveu registrar o caso na polícia e contratou um advogado para ingressar com as medidas judiciais cabíveis, com objetivo de receber pelos danos materiais sofridos.





