
RIO NEGRINHO. O projeto Handebol para a Vida, de Rio Negrinho, teve um final de semana marcante na cidade de Luzerna (SC). A equipe disputou a fase final do Campeonato Estadual da Liga Santa Catarina – Série Ouro, na categoria mirim masculino, e garantiu o 4º lugar entre as melhores equipes do estado.
Segundo o coordenador do projeto, Carlos Rodrigo de Morais, o resultado é histórico. “Em nosso primeiro ano de projeto, já ficamos entre as quatro melhores equipes do estado. Este é o melhor resultado do handebol de Rio Negrinho desde 2018”, destacou.
Classificação Final Liga SC de Handebol Mirim Masculino
Série Ouro
1º Brusque
2º Saudades
3º Antônio Carlos
4º Projeto Handebol para a Vida (Rio Negrinho)
5º Luzerna A
6º Caçador
Série Prata
1º Concórdia
2º Jaraguá do Sul
3º Joaçaba
4º Luzerna B
5º Xanxerê
Resultados da fase final
– Projeto Handebol para a Vida 18 x 11 Caçador
– Projeto Handebol para a Vida 19 x 39 Brusque
– Disputa do 3º lugar: Projeto Handebol para a Vida 17 x 25 Antônio Carlos
Ano produtivo e expansão nas escolas
O projeto encerra 2025 celebrando avanços importantes. Hoje, o Handebol para a Vida atende alunos em cinco escolas da cidade: Elias Graboski, Lucinda Maros Pscheidt, Aurora Siqueira Jablonski, Henrique Liebl e Frederico Lampe. Para 2026, a expectativa é ampliar a atuação e disputar as categorias Mirim e Infantil da Liga Santa Catarina, além de aumentar o número de amistosos, campeonatos e a participação nos Jogos Escolares.
A retrospectiva do ano também inclui conquistas estruturais. A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Professora Lucinda Maros Pscheidt foi contemplado com recursos de R$ 31.922 pelo FIA, possibilitando a compra de uniformes, traves, bolas, bolsas e materiais de primeiros socorros. O Lucinda também se tornou polo oficial de mini handebol da Confederação Brasileira, e outras duas escolas, Frederico Lamp e Elias Graboski aguardam homologação, prevista para o dia 15 de dezembro.
No total, mais de 200 alunos participaram das atividades ao longo do ano, nos treinos, amistosos e competições em diversas cidades, como Mafra, Fazenda Rio Grande, Brusque, Luzerna e Jaraguá do Sul. Para manter as atividades e participar das etapas da liga, que somam mais de R$ 10 mil por ano, o projeto conta com rifas, iniciativas comunitárias e patrocínios. “A ajuda das empresas e das pessoas tem sido fundamental ”, ressaltou Carlos.
Ele reforça que o sentimento ao finalizar o ano é de gratidão. “É sentimento de dever cumprido. Trabalhamos bastante e somos muito gratos às pessoas que acreditam no projeto”, enfatiza.
O Handebol para a Vida é coordenado por Carlos Rodrigo de Morais e conta com o trabalho dos treinadores Yuri Renan Meidler e Rafael Araújo. O coordenador também agradece à Prefeitura de Rio Negrinho e à Secretaria de Educação pela disponibilização dos ginásios e materiais de treino, além dos pais e patrocinadores que tornam o projeto possível.





