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Vereador pede desculpas por comentário e fala sobre risco de prédio do Colégio São José ir a leilão por conta de dívidas de outras unidades da Rede CNEC a nível nacional; “estão no mesmo CNPJ”

Vereador pede desculpas por comentário e fala sobre risco de prédio do Colégio São José ir a leilão por conta de dívidas de outras unidades da Rede CNEC a nível nacional; “estão no mesmo CNPJ”

Vereador pede desculpas por comentário e fala sobre risco de prédio do Colégio São José ir a leilão por conta de dívidas de outras unidades da Rede CNEC a nível nacional; “estão no mesmo CNPJ”

RIO NEGRINHO. O vereador Rodrigo dos Santos, o Dido, presidente da Câmara, usou a Palavra Livre na sessão desta segunda-feira (10) para esclarecer alguns detalhes a respeito do decreto da prefeitura que tornou de utilidade pública o Colégio São José, que é particular. A medida foi tomada com a finalidade de desapropriação do imóvel, com vistas a instalação de uma nova escola pública no local. 

Porém, ele começou pedindo desculpas por um comentário que fez na internet neste final de semana.

“Acabei fazendo um comentário lá e realmente peço desculpas. Não vou nem dizer que alguém interpretou mal porque eu escrevi mal mesmo e sou homem o suficiente pra pedir desculpa quando eu erro”. 

Ele não especificou qual comentário teria feito, mas acredita-se que seja o que segue abaixo (a matéria continua após a imagem):


Detalhes 

Segundo o vereador, o Colégio São José vem enfrentando problemas financeiros há algum tempo, com a diminuição do número de alunos. 

“Há muitos anos tinha 1200 alunos. Minha vida escolar, do jardim de infância até o segundo grau, foi no Colégio São José e quando entrou uma nova direção há alguns anos, iniciaram os problemas financeiros”. 

Dido disse que acha ótimo que a direção esteja conseguindo revitalizar o Colégio e acredita que isso esteja acontecendo pelo bom trabalho que vem sendo realizado, porém, conforme ele, há um risco pelo fato de que a escola faz parte da Rede CNEC, que é nacional e mantém várias unidades de ensino – incluindo a de Rio Negrinho – no mesmo CNPJ. 

“Esse prédio pode ir à leilão justamente por isso, por conta de dívidas de outras escolas ligadas a esse mesmo CNPJ. A gente sabe que o Colégio Elias Moreira, de Joinville, e que também  é da CNEC, já foi leiloado; a CNEC perdeu o prédio. Tem outras instituições da CNEC no estado (foram quatro ou cinco), que foram fechadas, pelo que fiquei sabendo. Então realmente se existe esse risco de a gente perder o prédio num futuro leilão e a gente não sabe quem vai comprar (a prefeitura não pode participar de leilão), a única forma de garantir que o Colégio continue servindo para a educação do município e a educação das nossas crianças, foi essa”.

O parlamentar destacou que acredita que esclarecimentos da prefeitura ainda vão ocorrer e lembrou que o processo está no início.

“Vai ser feita uma avaliação, uma oferta. As pessoas não precisam se preocupar. As crianças não terão que sair do Colégio do dia para a noite. A hora que a prefeitura tiver que conversar, vai conversar com a CNEC. A gente sabe que é uma instituição nacional, não sabemos o volume dessas dívidas – que são trabalhistas – com outras entidades. A de Rio Negrinho não deve nada porque está sendo bem administrada , mas a gente sabe que por dívidas maiores, de outros locais, de repente pode perder o prédio no município. Creio que é isso que o prefeito quer evitar, para garantir que continue sendo uma escola maravilhosa como sempre foi”.

De acordo com o vereador, a prefeitura possui recursos para pagar pela desapropriação do prédio. 

“A administração tem um superávit, o caixa da prefeitura existe e é bom. Foram feitos muitos investimentos , principalmente na área de educação, mas não foi resolvido o problema das vagas”, finalizou. LEIA TAMBÉM:

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