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41 km de patrolamento e colocação de mais de 300 tubos em diferentes ruas estão entre os destaques de trabalho da Secretaria de Obras de São Bento do Sul, destaca Secretário

SÃO BENTO DO SUL. A Secretaria de Obras encerrou o segundo mês do ano com uma extensa lista de ações realizadas em São Bento do Sul.
Somente quanto a patrolamento de vias não pavimentadas, foram 41 km até fevereiro. Além disso, houve muito trabalho também na parte de tubulação, com 335 tubos implantados até o dia 20 de fevereiro.
Conforme relatório de trabalho da pasta, os principais serviços de drenagem pluvial ocorreram na Estrada Dona Francisca, onde 146 tubos foram colocados, assim como na Estrada das Neves, na Rua Francisco Pauli e na Rua Augusto Wunderwald. Ainda na parte de ruas, na manutenção asfáltica foram aplicados 53,9 toneladas de asfalto quente, e outros 374 sacos de 25kg, cada, de massa asfáltica para fechar buracos. Os serviços vão além da parte viária, com limpeza e manutenção de diversos abrigos de passageiros. Também houve conserto e reforma de pontes de madeira e também roçadas e limpeza de calçadas, praças, jardins e outros pontos do município, assim como a limpeza das vias pavimentadas por meio do uso do Bob Cat. Na parte de iluminação pública, dos 342 protocolos de atendimento, estes geraram a troca de 64 lâmpadas e ainda houve a modernização e substituição de 29 luminárias. “Temos muita coisa sendo feita e existem diversas outras já programadas para fazermos”, destaca o secretário de Obras, Jairson Sabino. Roçadas e limpeza urbana  Após questionamentos de alguns moradores quanto às roçadas de calçadas e terrenos baldios, o secretário de Obras, Jairson Sabino, aproveita para esclarecer sobre os trabalhos e o impedimento legal de alguns deles. Sabino afirma que desde que assumiu a gestão da Secretaria de Obras, recebe diariamente pedidos de roçadas em terrenos baldios e limpezas de calçadas. “Acontece que, em sua maioria, esses terrenos e calçadas são particulares e, por isso, não podemos efetuar esses trabalhos”, explica. A Lei Ordinária Municipal nº 742 de 1996 trata em seu Capítulo II sobre a higiene das vias públicas, que os serviços de limpeza de ruas, praças e logradouros públicos serão executados pela Prefeitura ou por empresa terceirizada (contratada pela Prefeitura) e que os moradores são responsáveis pela limpeza das calçadas em frente às suas residências. “A Secretaria de Obras realiza todo o serviço de limpeza e roçadas das vias públicas, das calçadas e dos terrenos que pertencem ao município. Porém, fazer esses serviços nas calçadas e terrenos particulares, é ilegal”, frisa o secretário. A Avenida São Bento é um exemplo claro disso. Apesar de os imóveis terem valor comercial que supera a casa dos milhões e aluguéis de alta rentabilidade, alguns proprietários insistem em manter a calçada de sua responsabilidade com mato alto ou danificadas. “Não é justo e nem moral que o imposto pago por aquele cidadão que cuida da sua calçada, seja gasto para a manutenção no terreno particular de outro que não quer cuidar”, esclarece o secretário de Obras. Fiscalização O setor de fiscalização de posturas do município tem como atribuição a averiguação de limpeza desses terrenos e calçadas e, caso os moradores e proprietários de terrenos baldios não efetuem a limpeza e manutenção devida, cabe à fiscalização a notificação e posterior aplicação de multa. Qualquer cidadão pode denunciar pela Ouvidoria do município, pelo telefone 3631-6004. A lei nº 742 de 1996 traz ainda a proibição em depositar materiais, lixos de qualquer tipo, restos de construção, etc, em vias ou terrenos baldios, também sob pena de notificação e multa. “Com cada um fazendo a sua parte, conseguiremos manter a cidade limpa. Inclusive com o fim dos trabalhados particulares pagos com dinheiro do contribuinte, sobram mais recursos para investir onde somos responsáveis, como nas ruas pavimentadas ou não e nos logradouros públicos”, finalizou Sabino. Tubulação pluvial Outro assunto que tem demandado muito trabalho na Secretaria de Obras é a manutenção das tubulações de escoamento de águas pluviais, quando muitas tubulações estão rompendo e ruas cedendo, abrindo crateras. “Na maioria das vezes, quando as equipes de vistoria e manutenção abrem a tubulação, identificam que as ligações pluviais da casa com a rede pública foram realizadas de forma incorreta, muitas vezes até esgoto do vaso sanitário é jogado diretamente na via pluvial. É difícil identificar isso com antecedência, o que acaba ocasionando essas erosões”, destacou Jairson Sabino. O secretário conclui que estas ligações incorretas ocasionam danos às vias públicas e, consequentemente, geram custos extras ao município para a manutenção. Para ele, se as ligações fossem feitas de forma correta, os valores e mão de obra gastos com essas manutenções poderiam ser destinados para melhorias nas vias do município. Descarte de materiais A população conta ainda com diversos locais para descarte, de forma correta, de vários materiais. O ecoponto é um deles. Instalados em diversos bairros do município, os ecopontos são estruturas metálicas adaptadas com aberturas e compartimentos próprios para recebimento de materiais recicláveis como garrafa pet, tampa, vidro, plástico, papel, papelão, embalagem longa vida, alumínio, pilha, bateria, eletrônicos e óleo de cozinha. Grande parte do material depositado vai para a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de São Bento do Sul, com exceção dos eletrônicos que ficam sob responsabilidade da SBS Reciclagem. Os locais são: no bairro 25 de Julho, na Rua Cedro, próximo à torre de telefonia; no Loteamento Alpestre, ao lado do CEIM Silvio Ivens Grossl; no bairro Brasília, na Rua Ladislau Jelinsky; no bairro Serra Alta, em frente à Praça do CEU; no bairro Rio Vermelho Estação, na Rua Antônio dos Santos, ao lado da Associação de Moradores; no bairro Mato Preto, próximo à Associação de Moradores; no bairro Progresso, na Avenida dos Imigrantes; no Centro, em frente ao Centro Administrativo Leopoldo Zschoerper (Este foi instalado em parceria com a empresa Condor S/A); e no bairro Oxford, na Praça Leopoldo Rudnick (Este em parceria com a empresa Oxford Porcelanas). Outro espaço que contribui para a preservação do meio ambiente é o Local para Entrega Voluntária – LEV. Instalado na Rua Ladislau Jelinsky, no bairro Brasília, o local abriga contêineres para que a população possa descartar, gratuitamente, materiais como restos de construção, podas de árvores, madeiras, eletrodomésticos, sofás entre outros.
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