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Empresários de Rio Negrinho participam de oficina de revisão do Plano Diretor

  RIO NEGRINHO. Associados da Acirne, Sindiplan, CDL e Sindicom participaram da oficina de revisão do Plano Diretor na noite deste segunda-feira (27). A reunião aconteceu na sede da Acirne e integrou também a programação do Momento do Associado, promovido periodicamente pela entidade. As oficinas começaram a ser realizadas em outubro de 2019, sob a coordenação da  Amunesc (Associação dos Municípios do Nordeste do Estado de Santa Catarina) e da prefeitura de Rio Negrinho. O arquiteto e Secretário de Habitação, Tcharles Purim,coordena os trabalhos e juntamente com a equipe da Secretaria de Planejamento, conduziu as dinâmicas junto aos representantes do empresariado da cidade.

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Purim destacou que o Plano Diretor é uma lei que ordena o planejamento ordenado da cidade em todos os setores, visando o desenvolvimento do município. Ele salientou ainda que o objetivo do PD é garantir benefícios para a coletividade. Participantes contribuíram com várias opiniões e questionamentos  Aos presentes foi pedido para que elencassem os pontos positivos e negativos da cidade bem como acreditam que Rio Negrinho poderá ser daqui a dez anos. Depois foi feita uma votação, que salientou quais destes fatores são os mais importantes para o grupo de forma geral. Pontos positivos de Rio Negrinho 
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Dentre os pontos positivos, alguns dos citados foram: Cidade acolhedora, Povo trabalhador, Clima, Localização de fácil acesso, Segurança Maria Fumaça, Represa, Extensa área rural Vocação para turismo de aventuras Aeródromo Lojas de móveis na BR Coleta de lixo Saneamento Básico Agricultura Trabalhos voluntários (rede de voluntariado e associativismo) Pontos negativos de Rio Negrinho
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Alguns dos pontos elencados pelo empresariado,foram: Localização da cidade no entorno do rio, Trânsito na BR, Nível salarial baixo, Pouco acesso a educação técnica e profissionalizante Brigas políticas Falta de vaga nos cemitérios Excesso de lombadas Falta da reativação do conselho de trânsito Falta de médicos especialistas e UTI no hospital local O que esperam para o futuro
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Dentre vários pontos relatados, foram citados: Curso de Medicina na cidade, para que acadêmicos possam realizar trabalhos supervisionados de atendimento no hospital Mais vagas em creches, Menos assistencialismo Os pontos destaque (escolhidos através de votação de todos os presentes) , que serão levados como as principais reivindicações do empresariado na próxima etapa da revisão do Plano Diretor, são:  Pontos positivos: potencial econômico, saneamento básico, produção de madeira, povo trabalhador, Maria Fumaça, rede socioasssistencial (voluntariado) Pontos negativos: estacionamento, brigas e conflitos políticos, baixo nível salarial, falta de UTI, falta de acessibilidade, pavimentação de ruas, enchentes e inundações Prefeito também participou 
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O prefeito Júlio Ronconi também acompanhou o encontro. Ele foi questionado sobre várias questões, incluindo sobre o projeto de desvio da BR 280. Ele respondeu que a única coisa que houve foi um “esboço” da ideia, mas que nunca existiu em Brasília (DF) um projeto para a obra, de responsabilidade do governo federal através do DNIT. Ronconi falou também que a informação que recebeu do DNIT após várias reuniões para tratar de melhorias na BR 280, foi a de que o órgão em Santa Catarina não tem dinheiro. “Eles querem que a prefeitura pague o projeto e que contribua com as obras de várias formas, ficando praticamente responsável por boa parte do serviço,o que para nós no momento é inviável financeiramente. A administração municipal não tem dinheiro para isso, tendo em vista que, por exemplo, a questão do desvio da BR é um projeto que envolve várias situações, incluindo até pagamento de indenizações e outros”. “Se pagassem os impostos, teria muito mais”
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Ouvindo algumas observações sobre excesso de lombadas, necessidade de obras e melhorias em vários serviços públicos, o prefeito foi taxativo. “Se todos pagassem seus impostos em dia, a prefeitura conseguiria fazer todas as melhorias que estão sendo citadas aqui e muitas outras. Hoje, temos R$ 42 milhões de impostos em haver, esse dinheiro daria para muita coisa”.  Próximos passos
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Tcharles Purim explicou que esta foi a última das 22 oficinas de revisão do Plano Diretor. Os encontros aconteceram em várias áreas da cidade e também no interior. A partir de agora outras etapas serão realizadas, incluindo audiências públicas para apresentar todas as reivindicações e sugestões de população, bem como explicações de especialistas em diversas áreas  sobre o que é possível colocar em prática a partir de possibilidades técnicas e das previsões de leis federais, estaduais e municipais. Todo o projeto deverá ser  finalizado entre novembro e dezembro deste ano, valendo como lei por dez anos.
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