RIO NEGRINHO. Conforme já havíamos publicado em nossas redes sociais e publicado aqui no nosso site ( clique aqui para ler a matéria anterior ), um homem agrediu a mãe e colocou fogo na casa em que os dois moram na Travessa Irmã Umbelina, no bairro Quitandinha.
Os bombeiros que atenderam a ocorrência relataram que quando chegaram, a casa de cerca de 108 metros quadrados já estava com o fogo em fase de desenvolvimento/crescimento dos fundos para a frente da residência.
Para combater as chamas, eles desligaram a energia elétrica e o registro de água, montaram de imediato uma linha adutora de 2 1/2” com duas linhas de ataque com duas mangueira de 1 1/2”.
Enquanto foi dado o início do combate com ataque direto às chamas por fora do ambiente, dois combatentes equiparam-se com EPR, devido a grande quantidade de fumaça.
Após, assumiram a ponta da linha, adentrando com cuidado o local, foram combatendo as chamas e diminuindo o calor.
Os bombeiros ainda usaram um o ventilador para expulsar os gases aquecidos e a fumaça, clareando o ambiente.
O combate ao incêndio durou cerca de meia hora, mais 15 minutos de rescaldo, gastando aproximadamente 3 mil litros de água.
Os socorristas declararam que calcularam um dano de aproximadamente 80% da residência, pois o que o fogo não atingiu diretamente, o calor e a fumaça ajudaram a danificar.
Conforme o relatório dos bombeiros, foram atingidos vários móveis, toda a cozinha, geladeira, forno elétrico, armários com alimentos, pia com utensílios (talheres, pratos, panelas, entre outros).
Quando chegaram no local, os bombeiros também encontraram o homem, até então suspeito de atear fogo na casa, algemado pela PM.
A mãe dele foi encontrada caída no chão, com crise nervosa e relatou ter histórico de diabetes.
Os bombeiros então pediram que fosse acionado o SAMU, enquanto um da guarnição juntamente com outro bombeiro que estava de folga, ajudou na ocorrência, auxiliando os colegas e monitorando a senhora.
Quando o SAMU chegou, ela foi colocada em maca rígida longa e conduzida ao P.A com os sinais vitais normais. O local ficou aos cuidados de uma vizinha até o retorno dos familiares que estavam acompanhando a paciente no Hospital.
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