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Rio Negrinho: O rio: início, meio e fim

Rio Negrinho: O rio: início, meio e fim

Rio Negrinho: O rio: início, meio e fim

 

Como forma de valorizar a cultura e os talentos locais, o Nossas Notícias irá homenagear os poetas da região ao longo de todo este domingo, com a publicação de poesias de autores de Rio Negrinho, São Bento do Sul e Campo Alegre.

 

O rio: início, meio e fim

 

Onde tudo se move

Tudo se transforma,

A esperança renasce

Onde a nascente se forma,

E talvez começa pequeno

Como a vida há de ser,

Fino e singelo

Como o sorriso da sua gente

Que escolhe seguir em frente,

Apesar do sofrer.

E assim como o rio

Que nasce, cresce, enche e esvazia

A tua esperança não morre,

Pois assim como o rio que corre

Tua gente não deixa de viver.

Tu, singelo rio,

Que foi esperança do nosso passado

Início da nossa jornada

Herança que não morre

Seja no olhar do jovem

No sorriso daquele que já viveu

E certeza no que há de viver.

E mesmo na enchente

Veio alertar a tua gente

Que assim como cuidou de nós

Também deveríamos cuidar de você.

Doce e singelo rio

Ao teu redor aflorou

O teu povo, que de ti fugiu

Mas não se pode fugir da história

E mesmo que tente

No espírito de cada rio-negrinhense

Você nunca saiu.

Por que na nossa memória

Temos a vitória do nosso crescer.

Graças a ti, rio

Nossa cidade é nossa

A memória foi contigo

E o futuro há de viver.

Graças a tua nascente

Graças ao teu redor ter crescido a nossa gente

Que nome podemos ter.

Obrigado ao Rio Negrinho

Graças a ti, rio-negrinhense podemos ser.

Tua permanência

Ontem, hoje e a certeza do amanhã

Mostra, que se nossa cidade existe hoje

Ela existe

Graças a você.

Camille L. Bastos

Rio Negrinho: O rio: início, meio e fim

Rio Negrinho: O rio: início, meio e fim

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