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Moveleiros buscam apoio federal para desoneração da folha de pagamento

Moveleiros buscam apoio federal para desoneração da folha de pagamento

Moveleiros buscam apoio federal para desoneração da folha de pagamento

Uma comitiva de lideranças do setor moveleiro da região – Rio Negrinho, São Bento do Sul e Campo Alegre – e do país esteve em Brasília, entre esta terça (04) e quinta (06), buscando apoio dos parlamentares pela inclusão do segmento no Projeto de Lei que implanta o benefício da desoneração da folha de pagamento. Os membros do grupo destacam que a medida é essencial para dar mais competitividade à indústria, especialmente em sua atuação no mercado internacional.

Representantes do Sindusmobil de São Bento do Sul, Sindicom de Rio Negrinho, Arpem e vice-presidência da FIESC para o Planalto Norte levaram a reivindicação aos três senadores catarinenses e a diversos deputados federais do Estado.

Em ação integrada, uma comitiva da Abimóvel – Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário – também esteve na capital federal apresentando propostas para manutenção e desenvolvimento do setor moveleiro, incluindo a desoneração da folha de pagamento. O encontro de maior relevância foi com o presidente em exercício, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin.

O setor moveleiro catarinense é o maior exportador de móveis do país e o terceiro maior empregador do Estado. O polo moveleiro de São Bento do Sul, que inclui Campo Alegre e Rio Negrinho, é responsável por 55% das exportações de Santa Catarina e 20% das do Brasil. Em 2022, as vendas internacionais da região somaram US$ 190 milhões.

O Projeto de Lei 334, que já foi aprovado pelo Senado e agora entrará em discussão nas comissões da Câmara Federal, define os setores que poderão optar pela contribuição previdenciária sobre a receita bruta, a chamada desoneração da folha. Há possibilidade de incluir o setor moveleiro através de uma emenda parlamentar.

A medida impacta em 89% das indústrias de móveis do país e 100% das empresas exportadoras.

“A desoneração é imprescindível para tornar os móveis brasileiros mais competitividade mundialmente. Com custos mais controlados e maior eficiência produtiva, o setor consegue melhorar sua performance internacional e fortalecer suas indústrias e a economia brasileira”, esclarecer Luiz Carlos Pimentel, presidente do Sindusmobil.

Como a PL 334 está prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2024, o próximo passo é reunir lideranças de todos os polos moveleiros do país. Abimóvel, Federação das Indústrias, sindicatos patronais e empresários irão atuar de forma integrada com os parlamentares e em sinergia com o próprio governo, pela Secretaria da Fazenda do Ministério da Economia.

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