
RIO NEGRINHO. A série especial em homenagem ao mês da mulher segue destacando histórias inspiradoras. Neste domingo (22), compartilhamos a trajetória de fé e dedicação de Ivanilde de Oliveira Machado, conhecida carinhosamente como irmã Edite.
A história da religiosa foi reconhecida na revista comemorativa pelos 88 anos da Igreja Assembleia de Deus no município, que relembra nomes importantes que ajudaram a construir a caminhada da igreja na cidade.
Desde cedo envolvida em atividades religiosas
Nascida em 1936, em Rio Negrinho, Ivanilde cresceu em uma família de sete irmãos. Filha de José Martinho de Freitas e Cecília de Freitas, teve contato com a fé ainda nos primeiros meses de vida, quando seus pais se converteram ao evangelho. Na época, a igreja ainda não possuía templo, e os cultos eram realizados nas casas dos fiéis. Desde cedo, irmã Edite esteve envolvida nas atividades religiosas. Aos 12 anos, passou a cantar no coral da igreja e, aos 15, iniciou no violino, fortalecendo sua participação na comunidade.
Com o esposo, a obra religiosa continuou
Aos 20 anos, em 1957, casou-se com Airton de Oliveira Machado, com quem compartilhou não apenas a vida familiar, mas também o trabalho na obra religiosa. Juntos, tiveram quatro filhos, além de uma família que cresceu ao longo dos anos com netos e bisnetos.
Airton teve papel ativo na igreja, atuando como professor da Escola Bíblica Dominical, músico e maestro. Também foi locutor de um programa religioso na rádio local por mais de quatro décadas. Em 2008, foi consagrado pastor, reconhecimento por sua dedicação à comunidade. Ele faleceu em 2017, vítima de câncer, deixando um legado de serviço e fé.
Depois de ficar viúva e a superação após um grave problema de saúde
Mesmo após a perda do esposo, irmã Edite seguiu firme na caminhada religiosa, amparada pela família e pela igreja. Em 2024, enfrentou um grave problema de saúde no coração, chegou a ser entubada, mas se recuperou, episódio que ela e seus familiares consideram um momento de superação e fé.
A trajetória dela reflete décadas de dedicação religiosa, marcada por desafios, perseverança e compromisso com a comunidade, tornando-se uma das histórias que simbolizam a força feminina celebrada ao longo do mês.





