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Frente fria se aproxima: veterinária de São Bento do Sul explica como proteger seu pet no inverno

Frente fria se aproxima: veterinária de São Bento do Sul explica como proteger seu pet no inverno

Frente fria se aproxima: veterinária de São Bento do Sul explica como proteger seu pet no inverno

REGIÃO. Com a queda acentuada das temperaturas nos próximos dias, é hora de redobrar os cuidados — não só com a nossa saúde, mas também com a dos nossos animais de estimação. Assim como os humanos, cães e gatos também sentem frio, e o clima gelado pode trazer riscos à saúde deles, como hipotermia, agravamento de doenças respiratórias e articulares, além da queda da imunidade. Pensando nisso, o Nossas Notícias conversou com a médica veterinária Audrey Tiene, que trouxe orientações essenciais para garantir conforto e bem-estar aos pets neste inverno.

Roupas e abrigo: sim, eles precisam!

Animais de pelagem curta, filhotes, idosos ou de pequeno porte são os que mais sofrem com o frio. “Nesses casos, roupinhas confortáveis e ambientes protegidos de vento e umidade fazem toda a diferença”, explica a veterinária. No entanto, ela alerta que as peças devem ser bem ajustadas, permitir a mobilidade e estar sempre secas — roupas úmidas podem causar desconforto e até doenças.

Cobertores, caminhas forradas e, sempre que possível, deixar o pet dentro de casa durante a noite são atitudes simples que garantem mais calor e segurança. Outro ponto importante é a atenção com os gatos, que costumam buscar lugares quentes para se esconder. “É comum que eles entrem em motores de carro ou em locais apertados e perigosos. Por isso, antes de sair com o carro, vale sempre verificar”, orienta a médica.

A alimentação precisa mudar?

De acordo com a especialista, animais que vivem em ambientes externos e gastam mais energia para manter a temperatura corporal podem necessitar de um leve aumento na dieta. Mas ela ressalta: “Qualquer mudança na alimentação deve ser feita com acompanhamento veterinário. Pets sedentários ou acima do peso não devem comer mais só porque está frio.”

Atenção com os mais frágeis

Pets idosos ou com doenças cardíacas, respiratórias ou articulares são mais vulneráveis às baixas temperaturas. Eles podem apresentar crises de dor, dificuldade para respirar ou até agravamento de sintomas. Manter o ambiente aquecido e evitar exposição ao vento são medidas importantes, além de manter o acompanhamento com o veterinário em dia.

Sinais de alerta: hipotermia e desconforto

Os principais sinais de hipotermia incluem tremores intensos, corpo frio ao toque, respiração lenta, apatia e fraqueza. Já o desconforto térmico pode ser percebido quando o animal se encolhe, evita sair da cama ou fica procurando locais mais quentes. Nesses casos, leve o pet para um ambiente aquecido e, se os sintomas persistirem, procure atendimento veterinário o quanto antes.

Cuidados fazem a diferença

Mesmo pequenos gestos — como forrar a caminha, fechar janelas durante a noite ou colocar uma roupinha — podem fazer toda a diferença. “O ideal é sempre observar o comportamento do animal. Eles mostram quando estão com frio. Cabe a nós oferecer o cuidado e carinho que eles merecem”, finaliza Audrey.

Frente fria se aproxima: veterinária de São Bento do Sul explica como proteger seu pet no inverno

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