
CAMPO ALEGRE. Eleita segunda suplente de vereador nas eleições de 2020, a professora Évilin Ferraz (MDB) está prestes a completar o terceiro mês consecutivo na Câmara Municipal.
Ela assumiu a função em 8 de maio no lugar do vereador titular Vilmar Grosskopf (MDB), que foi convidado pela prefeita Alice Grosskopf (MDB) para assumir a Secretaria de Meio Ambiente e Águas de Campo Alegre.
Sobre a experiência, a professora destaca que sempre pensou em fazer parte dos processos, incluindo o político, visando ajudar a construir uma sociedade melhor.
“Precisamos ter como objetivo, ajudar às pessoas por meio das funções que exercemos, só assim poderemos ser, de fato, peças de utilidade para essa transformação. A ação mais prudente para um vereador é exatamente estar em contato, ouvir as demandas da população e buscar ajudar naquilo que é pertinente ao papel do legislador. Eu tento fazer essa parte, de ouvir e encaminhar os assuntos para possíveis soluções não só na função de vereadora, mas também como professora e pessoa da comunidade que sou. Dessa forma tenho mais oportunidades de ajudar a melhorar a situação em geral”, pontua.
Sobre as demandas que recebe no dia a dia ela disse que prefere não discutir tudo na Câmara.
“Penso que o caminho é se dirigir à ‘raiz do problema’, ou seja: levar os problemas apresentados diretamente às pastas pertinentes, conversando com os responsáveis por cada setor. Nem sempre o caminho é expor os problemas, o viável mesmo é buscar a solução”, destaca.
Évilin ainda fala sobre a importância de cada cidadão participar das decisões em favor de dias melhores para toda a cidade. Ela cita como exemplo, a votação de um projeto que garantiu ao Executivo a possibilidade de contrair financiamento para pavimentação na ligação do Distrito de Fragosos com a SC-418.
“Precisamos, todos, nos envolver nesses momentos de decisão para mudanças que tendem a ajudar o coletivo. Mas, é importante que estejamos sempre presentes, ouvindo, sugerindo e até criticando para que as melhorias aconteçam”, completa.
Sobre futuro
A jovem professora já disputou duas eleições, sendo a primeira em 2016, quando tinha apenas 22 anos de idade. Ficou na suplência e chegou a assumir a vaga na Câmara por um período de 30 dias. Em 2020 aumentou sua votação, mas ainda assim não conseguiu se eleger efetivamente. Para o próximo ano está disposta a concorrer novamente.
“Se tudo caminhar de acordo com os procedimentos naturais, se tivermos gozando de boa saúde, penso que vai ser importante disputar e trabalhar para tentar uma cadeira efetiva. Mas isso depende de muito trabalho e apoio, que espero conseguir caso seja efetivado meu nome como candidata”, encerra.





