
Rio Negrinho (SC) tem 39.258 habitantes, conforme o resultado do Censo de 2022, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (28). Também conforme a pesquisa, na cidade há uma média de 2,85 moradores por residência e 43, 26 pessoas por km2.
Ainda conforme o IBGE, o número de moradores teve uma queda de -1,49% em comparação com o Censo de 2010, quando a cidade tinha 39.846 habitantes.
No ranking de população dos municípios, Rio Negrinho está na 40ª colocação no estado;
na 143ª colocação na região Sul; e na 834ª colocação no Brasil.
Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.
Em Santa Catarina, a população é de 7.609.601, o que representa um aumento de 21,78% quando comparado ao Censo anterior. Santa Catarina é o segundo estado que mais cresceu no país nos últimos 12 anos.
A população representa 3,75% das mais de 203 milhões de pessoas recenseadas no Brasil e passa a ser a 10ª do país, ultrapassando o estado do Maranhão. Com 1,36 milhão de pessoas a mais, o estado teve o segundo maior crescimento absoluto, atrás apenas de São Paulo, que teve um acréscimo de 3,2 milhões. Em termos percentuais, o crescimento de SC foi 3,3 vezes maior que o índice de crescimento nacional de 6,5%, e ficou atrás apenas de Roraima.
Dados do IBGE também revelaram que Joinville continua sendo a cidade com o maior número de habitantes, com 616.323. Na sequência vem: Florianópolis (537.213), Blumenau (361.261 ), São José (270.295 ), Itajaí (264.054), Chapecó (254.781), Palhoça (222.598), Criciúma (214.493 ), Jaraguá do Sul (182.660), Lages (164.981), Brusque (141.385), Balneário Camboriú (139.155), Tubarão (110.088), Camboriú (103.074) e Navegantes (86.401).
O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo IBGE; a anterior foi feita em 2010.
O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.
A atual edição do Censo deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Em 2021, houve um novo adiamento em razão da falta de recursos do governo.
Além de saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa obter dados sobre as características dos moradores —idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outras informações.
Os números mostram também que:
• Em números absolutos, houve um crescimento de 12.262.757 habitantes no país
• A taxa de crescimento nesses 12 anos foi de 0,52% ao ano, o menor nível da série histórica
• As regiões Sul e Sudeste puxaram o crescimento da população brasileira. O Sudeste ganhou 4.482.777 pessoas, e o Sul, 2.546.424
• Dos 5.570 municípios do Brasil, 3.168 ganharam habitantes entre 2010 e 2012 – isso representa 56,9% do total
• Dos 5.570 municípios do Brasil, 2.399 perderam habitantes entre 2010 e 2022 – isso representa 43% do total
• Cidade mais populosa do país, São Paulo tem 11.451.245 habitantes. Na sequência, vêm Rio e Brasília
• O Brasil tem três cidades com menos de mil habitantes – Serra da Saudade (MG), com 833 habitantes; Borá (SP), com 907; e Anhanguera (GO), com 924
• O crescimento populacional foi maior no interior do que em capitais – 66,58% dos novos habitantes se concentraram em regiões fora desses grandes centros urbanos
• 5% das cidades brasileiras concentram 56% população do país. Ao todo, 115,6 milhões de pessoas, ou 56,95% da população, vivem em apenas 319 cidades
• A média de moradores por domicílio caiu de 3,31 para 2,79





