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Estudo de mapeamento de riscos de cheias em Rio Negrinho: primeiros resultados serão apresentados pela Udesc nesta sexta-feira na Acirne

RIO NEGRINHO. Em evento aberto a toda comunidade, a Acirne (Associação Empresarial), através do Núcleo Comunitário de Combate às Cheias, promove nesta sexta-feira (24), a partir das 14 horas, um encontro para debater o andamento de um projeto realizado em parceria com a Udesc.

O trabalho, intitulado “Mapeamento de Risco da área urbana e avaliações de ações prioritárias”, é executado sob a coordenação do professor Dr. Leonardo Monteiro.

Alguns serviços contemplados no projeto e resultados já obtidos, também serão apresentados, conforme Ketty Zipperer, coordenadora do Núcleo Contra às Cheias.

Ela explica que representantes do poder público municipal, como da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, assim como da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, entidades como a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e os patrocinadores da iniciativa – as empresas Hera Sul, Solida e Battistella – também foram convidados.

“Será explicado sobre o que foi estudado até o momento, com dados sobre a profundidade do rio e o fluxo da água”, exemplifica.

Ketty lembra que o estudo é bastante abrangente e abordará inclusive ítens como efeitos de acidez, de granizo e vento, dentre outros.

O projeto, lembra a coordenadora, teve início no final de 2021 e deverá ser concluído no segundo semestre deste ano.

“A proposta é entender um pouco melhor sobre como o rio funciona. Está sendo um projeto muito legal e na oportunidade eles querem também conversar com a comunidade, para saber as dúvidas da população”, cita.

“Eles querem que a comunidade interaja com eles e além disso, vão conversar também com lideranças da Defesa Civil, da Secretaria de Planejamento e outros, que podem também ter algumas colocações”, diz.

Preocupação com o rio
Tendo o rio Negrinho como seu vizinho durante toda uma vida, Ketty diz que as experiências vivenciadas nos períodos mais chuvosos e nos quais consequentemente o risco de uma enchente se tornava eminente, fizeram com que ela também desenvolvesse cada vez mais um espírito de conscientização sobre a importância de se cuidar do rio.

“Nossa preocupação, por exemplo, foi sempre de não jogar lixo. Eu sempre tive essa vontade de cuidar. A gente cresceu e a gente conversa com pessoas que moram na beira do rio e que também tem um carinho muito grande”, diz.

Sobre os estudos a serem apresentados pela Udesc ao final do projeto, ela acredita que os mesmos em muito contribuirão para que um tempo resposta menor na hora da tomada de decisões em casos de enchente.

“As pessoas vão ter uma orientação”, acredita.

Ketty também cita a importância do município contar com uma Defesa Civil bem estruturada e acredita que o órgão, que deverá ter uma sede própria nos próximos meses, também poderá contar com servidores concursados para que haja continuidade a todos os trabalhos iniciados.

“Essa estruturação das pessoas também é importante”, opina.

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