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“Rio Negrinho é bem maior do que eu e do que meu assunto particular”, diz Piska, presidente da Câmara, em sessão marcada por nova discussão sobre sua prisão no início deste mês

Na sessão desta segunda-feira (26), os vereadores Kbelo, Maneco, Flavia e Rose apresentaram uma Moção de Repúdio à conduta do vereador Piska, presidente da Câmara de Rio Negrinho. Piska foi preso no dia 10 de julho por ameaça e porte ilegal de arma, sendo liberado pela Justiça cerca de 14 horas depois. 


Desde o dia 12 de julho, a primeira sessão após o fato, sua conduta vem sendo questionada pelos vereadores citados acima e também por presidentes de quatro partidos da cidade, que apresentaram um requerimento conjunto, cobrando providências da Câmara com relação à conduta do presidente. Piska também foi suspenso por tempo indeterminado do PP, partido pelo qual foi eleito e não pode mais falar em nome da sigla nem representar a agremiação.


Durante a discussão sobre a Moção de Repúdio apresentada pelos colegas de oposição, além de dar a Moção como rejeitada após um empate de 4 a 4 na votação, ele se pronunciou novamente sobre o caso.


“Quero dizer que pelos meus erros eu vou pagar, a Justiça tem pessoas excelentes que vão me cobrar. Mas eu eu gostaria que cada vereador que fez a moção trouxesse um projeto, estamos no sétimo mês de legislatura e não veio projetos ainda. Rio Negrinho é bem maior do que eu e do meu assunto particular. Vamos tratar do interesse da comunidade e da coletividade”.


Ele ainda agradeceu a oração que os membros do Conselho de Pastores fizeram por ele após uma reunião em seu gabinete na Câmara na semana que passou. O presidente também agradeceu a assessoria jurídica da Câmara, que garantiu que ele tinha legimitidade de colocar em votação a Moção de Repúdio contra o seu próprio comportamento, sem precisar se afastar da discussão, dando lugar ao seu vice.  

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