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No dia do Auxiliar e do Técnico de Enfermagem, Maria Roseli conta sobre seu trabalho na FHRN e Marília fala sobre suas expectativas após concluir o curso técnico

RIO NEGRINHO. Finalizando a Semana da Enfermagem, que começou com a celebração do Dia do Enfermeiro em 12 de maio, comemora-se hoje o Dia do Auxiliar e do Técnico em Enfermagem. Esta é uma data que também nunca teve tamanha relevância quanto nos momentos que vivenciamos nos últimos meses. Afinal, a pandemia evidenciou, ainda mais, a importância de todos os profissionais que vem se desdobrando em meio a maior crise sanitária mundial de nossa época. E nesse contexto, naturalmente, não podemos esquecer os auxiliares e técnicos, que dão importante suporte ao atendimento hospitalar. Em função disso, trazemos aqui duas histórias que se complementam. A de Maria Roseli de Padilha Baum, de 62 anos, que dedicou quase metade de sua vida à profissão de auxiliar de enfermagem e a de Marília Gruber, de 33 anos, que começou neste ano a frequentar o curso técnico em enfermagem. A história de Roseli  “Trabalhei dois anos na limpeza e depois passei a atuar na enfermagem. No dia 28 de maio completo 30 anos de Fundação Hospitalar. Escolhi esta profissão porque estava um período sem conseguir trabalhar, surgiu a oportunidade e consegui emprego no hospital”, lembra a profissional. Sobre os desafios encarados durante a pandemia, Maria Roseli diz que o começo foi muito difícil, mas com o tempo conseguiu se adaptar a nova realidade. “Gosto muito de ajudar as pessoas e enfrentei muitos desafios por se tratar de vidas, de seres humanos”, cita. “Não desvalorizo nenhuma profissão, mas agora com essa pandemia temos que ser fortes e trabalhar com mais garra, força e determinação. Gosto muito da minha profissão e faço com muito amor tudo o que está ao meu alcance”, complementou. A história de Marília Gruber  Marília começou a ver neste ano um sonho antigo se realizar. Trabalhando atualmente como diarista, é dentro de um hospital que ela se vê num futuro próximo. “Escolhi fazer o técnico em enfermagem porque atuar na profissão sempre foi meu sonho. Fui  atraída para a enfermagem por causa do desejo de cuidar , servir e ajudar as pessoas. Quando você é uma enfermeira,  sabe que todos os dias você vai tocar uma vida ou uma vida vai tocar você”. Ela contou ainda que não vê a hora de começar de começar a fazer os estágios mas também se vê além do diploma de técnica. “Aproveitei a oportunidade de começar pelo técnico mas quero conhecer mais a profissão  e aprender mais. E ainda quero me formar na faculdade de Enfermagem”, finalizou. Promoções      

                                                                                                     
   
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