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Siticom apresenta hoje a pauta de reivindicações dos trabalhadores da indústria moveleira e da construção civil; documento será enviado ao Sindicom, que representa a classe patronal

RIO NEGRINHO. O Siticom (Sindicato dos Trabalhadores do Mobiliário e da Construção Civil) apresenta hoje ao Sindicom (Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário) a pauta de reivindicações para a categoria, fruto de assembleia extraordinária realizada virtualmente esta semana. A data base da categoria é 1º de maio e atinge cerca de quatro mil trabalhadores na cidade. O presidente do Siticom, Luiz Carlos Schukosky, falou ao Nossas Notícias sobre os principais pleitos elencados na pauta de reivindicações após dois anos sem convenções coletivas de trabalho em Rio Negrinho. Segundo ele, a intenção é de que haja um retorno do sindicato patronal até 20 de maio com relação aos pedidos apresentados. Mesmo não tendo ocorrido convenções coletivas, Schukosky lembra que mesmo assim algumas empresas deram reajustes para seus funcionários nesse período. Para os trabalhadores que não tiveram nenhum acréscimo em seus salários, o Siticom pede um reajuste de cerca de 14%. Para chegar ao percentual o presidente do Siticom explica que estão sendo levados em consideração o acúmulo do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2019 – 4,78%, 2020 – 2,05% e 2021 – cerca de 7%. “A pauta deste ano é mais enxuta dos últimos 30 anos”, destaca Schukosky. O pedido do Siticom é de que com os reajustes o salário inicial para auxiliares de produção do mobiliário seja de R$ 1.350,00 e de operadores seja R$ 1.447,00. Para a construção civil o pedido é por um salário inicial de R$ 1.540,00. O sindicato também pede acréscimo sobre o valor das horas extras quando estas passarem de 30 horas mensais. Outros pedidos Além do reajuste, o sindicato também apresenta em sua pauta o pedido para que as rescisões contratuais sejam feitas no próprio Siticom, pois segundo Schukosky, a medida é um ganho dos trabalhadores. Ele cita o fato de quem em um eventual acordo feito diretamente com a empresa, o funcionário pode deixar de receber o que lhe é de direito. O Siticom também reivindica o vale-transporte para os trabalhadores, benefício extinto por algumas empresas com a mudança na legislação trabalhista, medida esta que flexibilizou também os contratos entre empregador e empregado. “A reforma trabalhista inclusive facilitou o processo de demissão dos colaboradores”, lembra Schukosky. Benefícios mantidos mesmo com queda de associados Luiz cita o fato ainda de que o Siticom vem mantendo todos os benefícios oferecidos aos trabalhadores, mesmo com uma queda brusca no número de associados. Ele comenta que o número que já ultrapassou a casa dos 3.500 sócios, hoje está na faixa de mil associados em Rio Negrinho. “Ainda assim conseguimos manter todos os benefícios e até ampliar alguns, dentro dessa nova realidade na qual a mensalidade é a única renda do sindicato”. Serviços como os de médico e dentista, além de descontos para consultas e exames, além de descontos no comércio local, são alguns dos benefícios oferecidos pela entidade. Promoções        

 
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