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Associação de Rio Negrinho atende surdos, deficientes auditivos e pessoas com sequelas na fala

RIO NEGRINHO. Fundada em 11 de março de 1998, a Associação de Pais e Amigos da Audiocomunicação (Apaac) trabalha com surdos, deficientes auditivos e com sequelas na fala.
A associação, reconhecida como de utilidade pública municipal, não tem fins lucrativos e foca no aprimoramento para inclusão social dos que frequentam a entidade.
Tem atualmente como presidente a professora Kerstin Hantschel, que falou esta semana à reportagem do Nossas Notícias sobre o trabalho e estrutura da entidade que conta atualmente com três profissionais contratados, sendo eles: uma professora, um instrutor de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e uma fonoaudióloga.
[caption id="attachment_43047" align="alignnone" width="300"] A professora Kerstin é a presidente da associação[/caption]
A presidente explica que a associação atende de crianças a adultos com deficiências de audição e fala e também pessoas que vieram a perder um ou os dois sentidos após algum tipo de acidente.
“O atendimento é individualizado com o trabalho dos profissionais da associação”, conta.
“Atendemos todas as crianças e adultos que vem com um encaminhamento de um especialista, relatando que perdeu o sentido da audição e que prejudica a fala, deixando sequelas na linguagem da comunicação”, detalha.
Até o início da pandemia a Apaac estava atendendo 12 deficientes Auditivos.
“A Apaac atende todos, sem limites de idade”, ressalta a professora Estefânia Lemek, também integrante da associação.
Parceria com a Secretaria de Educação
Através de uma parceria formada entre a associação e a Secretaria Municipal de Educação, são atendidos seis alunos das escolas municipais, com 10 seções cada um, sendo renovado o atendimento conforme a necessidade.
“A pandemia atrapalhou nos atendimentos presenciais, sendo que agora eles acontecem de forma online”, aponta a presidente.
Conquistas
Kerstin e Estefânia apontam como conquistas da Apaac o fato de poder incluir o surdo no meio familiar e no mercado de trabalho, para sua independência e inclusão no meio social, tornando críticos e participativos no meio onde vivem.
Questionadas a respeito do que acham que falta para que haja mais inclusão, elas afirmam que no município, como em toda sociedade, há a necessidade que toda a sociedade tenha o domínio das Libras para que ocorra a inclusão.
“Dedicação sem exclusão”, defendem.
Por outro lado, vendo a participação cada vez maior de intérpretes de libras durante a transmissão de eventos nas mais diversas mídias, elas enxergam a iniciativa como um excelente meio para aqueles que dominam a língua de sinais, estarem mostrando que todos tem direito a informação.
Arrecadação de recursos
A Apaac possui um grupo de voluntárias, as “Amigas da Apaac”, que se reúnem mensalmente produzindo panos de pratos para arrecadar recursos, ajudando assim na verba da subvenção social repassada mensalmente pela secretaria Municipal de Educação para manutenção das atividades.
Convite
Para quem não conhece a Apaac, elas informam que a associação está atendendo no prédio do Centro de Excelência, no segundo andar, anexo à Secretaria Municipal de Educação com atendimento ao público em geral nas terças, quartas e quintas-feiras.
“Quem precisar dos nossos atendimentos pode nos procurar”, convidam.
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