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Associação de Moradores visa resgatar costumes a partir do cultivo e uso de plantas medicinais em Rio Negrinho

[caption id="attachment_40493" align="alignnone" width="300"] Fotos: Edson Frankowiak[/caption] RIO NEGRINHO. Criado em 2015 na sede da Associação de Moradores dos bairros Vila Nova e Industrial Sul, o projeto de cultivo e uso de plantas medicinais, mantido pelos voluntários da entidade, visa promover o tratamento de sintomas e doenças de menor gravidade, como gripe e dor de cabeça. “Além disso, visa também resgatar costumes”, frisa Valdemiro Hackbarth, o seu Ito, voluntário da associação. Composta por canteiros de plantas medicinais, plantas alimentícias não convencionais, verduras e temperos o espaço, com a ajuda dos voluntários, vem recebendo um tratamento especial, com limpeza e ampliação visando atender ainda mais a comunidade. A criação de um minhocário e a instalação de uma cisterna estão entre os projetos futuros da associação. Atualmente o projeto também desenvolve parceria com o CMEI Vila Nova. O projeto teve seu ponta pé inicial através do programa Farmácia Viva coordenado pelo professor Aléssio dos Passos Santos, cultivador e especialista em plantas medicinais, e por Viviane Corazza, Farmacêutica Bioquímica com especialidade em plantas de uso medicinal. A iniciativa fomenta o cultivo de plantas medicinais já sendo realidade em várias cidades catarinenses. Em Rio Negrinho, Aléssio ministrou oficinas ensinando a identificação das espécies, formas de cultivo e indicações de uso. Liliana Schroeder Jurich, também voluntária da associação, enfatiza a comprovação de que as plantas medicinais possuem capacidade de aliviar sintomas ou até curar algumas patologias. “As pessoas geralmente fazem uso dessas plantas através de chás, sucos, entre outras formas e confirmam o seu efeito”, comenta. Uso de abelhas com fins medicinais A Associação de Moradores pretende também colocar em prática, em breve, o projeto de criação de abelhas sem ferrão com fins medicinais. De acordo com Valdemiro Hackbarth, a proposta visa a instalação inicial de cinco colméias e uma vez obtendo sucesso da reprodução, a ideia é posteriormente atender a comunidade. Série de atividades Majoritariamente composto por pessoas da melhor idade, a associação realiza uma série de trabalhos para manter sua estrutura. Um deles é o brechó comunitário, onde as peças de roupas são comercializadas a preços simbólicos. Outra atividade iniciada é a produção de sabão a partir do óleo de cozinha, já com boa receptividade da população. Representatividade A associação é ativa no município tendo representantes em diversos conselhos municipais (Cidade, Direitos das Pessoas com deficiência, habitação), sendo reconhecida como utilidade pública e contemplada pela cessão de uso do espaço onde mantém suas atividades. Em 2017 foram contemplados com a implantação de uma academia ao ar livre bem como submeteram projetos para captação de recursos federais para a implantação de um complexo esportivo em seu imóvel. Já em 2019 conseguiram com recursos próprios a ampliação da sede, onde atualmente estão implantando melhorias, como sistema preventivo e rota acessível. Promoções   ]]>

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