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Após mobilização, cachorro atropelado na Quitandinha recebe cuidados de voluntários

RIO NEGRINHO. Nesta terça-feira ( 22 ) um cãozinho foi atropelado em frente ao Campo do Continental, no bairro Quitandinha. O animal foi socorrido primeiramente por Lúcia Rocha e sua família, que o recolheram em casa. Porém, sem saber exatamente como proceder, eles procuraram a reportagem do Nossas Notícias pedindo auxílio de outras pessoas que tivessem disponibilidade. “Ele tinha entrado em meu pátio estava bonzinho, normal. Não dei bola pois achei que poderia ser de meu vizinho, que tem uma cachorra branca também. Aí depois de alguns minutos, ouvi uma freada de um carro e o som de um carro parando. Eu estava dentro de casa e meu genro e um amigo, que estavam fora, recolheram o cachorrinho. Ele não conseguia ficar de pé e gritava muito. Não dava nem para tocar nele”, contou.  A pessoa responsável pelo atropelamento não socorreu o animal e não foi identificada pelas testemunhas do fato. Algumas horas depois, Angelita e Carlos Alberto Martins, voluntários da ONG Povo de Assis, foram até o local, recolheram o animal e o levaram para a Clínica Cantinho Animal.

ANIMAL TEVE UMA LESÃO GRAVE NA COLUNA

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Lá,a veterinária Larissa Nossol internou e medicou o cão, que estava em estado de choque. Segundo o laudo da especialista, divulgado nesta quarta-feira (23), o cachorro está estável mas infelizmente teve uma lesão grave na coluna e deve ser liberado amanhã (26), com várias indicações de cuidados, remédios e tratamento.

DA CLÍNICA PARA A CASA DE CARLOS E ANGELITA, QUE FUNCIONA COMO LAR TEMPORÁRIO 

Da clínica o cãozinho irá diretamente para a casa de Angelita e Carlos, uma das que funciona como Lar Temporário de animais na cidade. 20 cachorros em casa Eles contaram que estavam com 25 cachorros em casa e agora estão com 20. “Cinco cães adultos foram adotados. Fora esses há vários outros animais em lares temporários na cidade, incluindo uma cachorra com uma ninhada com cinco filhotes,  mais outra resgatada que vai parir também e outros três filhotes”.
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Para dar conta de tantos cuidados, ela disse que é preciso realmente muito trabalho e dedicação. “Cada animal tem seu jeito, sua personalidade. Uns são mais carentes de atenção, outros são bem agitados…”.

PARA PODER CUIDAR BEM DELES, NADA DE MUITOS PASSEIOS

Por isso, Angelita contou que fica em casa durante as tardes e nos demais períodos conta com a ajuda do marido. ” Nos finais de semana  é uma loucura! Rsrs Parecem que sabem que terão nossa atenção durante o dia todo só para eles.Dificilmente passeamos ou fazemos alguma viagem. Parentes e a família reclamam mas também entendem que  não temos como deixá-los sozinhos por muito tempo”.
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Bastante ativos em atividades de proteção e principalmente de resgate de animais vítimas de maus tratos através da ONG Povo de Assis, Carlos e Angelita comentaram que por muitas vezes os voluntários não conseguem um lar temporário ou uma adoção e os animais acabam permanecendo nas ruas. “Todos nós, voluntários, castramos cães e gatos na medida do possível; também levamos casinhas para que não fiquem ao relento. Fazemos o que podemos mas nem sempre é possível dar conta de toda a demanda”.

SEM CONSEGUIR LAR TEMPORÁRIO, UMA CASA NA RUA PARA TOBE FOI A SOLUÇÃO

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Um desses casos, segundo eles, aconteceu com Tobe, que ficava em frente ao Brechó Magnífica. “Levamos uma casinha para ele e também para o Terminal Urbano, onde os motoristas cuidam de uma cadela. E para que todos os voluntários do Povo de Assis possam  continuar a ajudar os animais abandonados com castrações, tratamentos, medicação e manutenção com alimentação e lares temporários, fazemos nossas promoções além de arrecadar as tampinhas,lacres e tampinhas”. 

COLABORE

Quem puder colaborar pode entrar em contato com a ONG Povo de Assis pelo Facebook ou ainda pelo fone (47) 9. 99571997.
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