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"Nosso 'pagamento' é quando alguém retorna e diz que se curou usando as tinturas e medicamentos naturais que produzimos", declaram voluntárias de projeto de medicina natural

Anúncio FLORIANÓPOLIS. Membros da Associação de Moradores dos bairros Vila Nova e Industrial Sul e da Asturine (Associação Turismo Rio Negrinho) estiveram em Florianópolis no sábado (18). Sob a coordenação do especialista Aléssio dos Passos, eles visitaram projetos de plantas medicinais. O objetivo foi conhecer experiências que podem ser adotadas em Rio Negrinho, onde a Associação, desde 2015, desenvolve um projeto de plantas medicinais sob a orientação de vários especialistas catarinenses.

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O início e a continuidade dos trabalhos foram viabilizados pelo gabinete do deputado estadual Padre Pedro Baldissera (PT). Na capital catarinense eles visitaram a sede da AFFESC (Associação dos Funcionários da Fazenda do Estado de Santa Catarina) e também a Igreja São Francisco Xavier, onde com o apoio de Aléssio e sua equipe, juntamente com especialistas da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) foi desenvolvido um projeto social pela Pastoral da Saúde, que inclui um laboratório de produção de tinturas a partir de plantas medicinais e a venda (R$ 5,00) dessas tinturas para a população em geral. No local, a comitiva de Rio Negrinho foi recebida por Celita Bouvier e Maria Elisa de Freitas, que trabalham voluntariamente no projeto. Em entrevista ao Nossas Notícias, elas contaram que no total, o projeto conta com a colaboração de 24 voluntários, que trabalham no laboratório e atendimento de terça à sexta, das 14h às 17h30.   “Atendemos aqui uma média de 30 pesssoas e acabamos por não ‘vencer’ a produção das tinturas. Há uma demanda muito grande”. Elas disseram que quando surgem dúvidas, acabam pedindo “socorro” aos especialistas da UFSC e à Aléssio e sua equipe. Para as voluntárias, o melhor de trabalhar no projeto é o contato com as pessoas. “Essa troca de experiências para nós é uma coisa muito rica. Quando a pessoa vem aqui, pega a tintura e volta dizendo que o remédio fez efeito, é que recebemos o nosso ‘pagamento’. É o resultado das tinturas que nos paga”.
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Segundo elas, pessoas com diferentes perfis frequentam o local. “Tem gente que recorre às tinturas como uma última alternativa. São pessoas que já tentaram de tudo e vem em busca de ajuda. Atendemos pessoas que estão literalmente desesperadas muitas vezes”. O que dá ainda mais certeza de que o projeto flui no caminho certo é o fato de que as próprias voluntárias contaram que usam as tinturas e medicamentos naturais.
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“Antes de conhecer as plantas medicinais e entrar no projeto eu tomava muitos remédios, vivia com dor no corpo. Hoje em dia só tomo os remédios aqui da Pastoral”, falou Maria.  Celita também disse que toma os medicamentos que receita para a população. Segundo ela, esse seria o “segredo” da sua incrível forma física para seus 73 anos de idade. “São as tinturas, remédios naturais,minha disponibilidade e o amor ao meu trabalho que me mantém sempre bem”, garantiu. Dicas
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Elas também deram duas dicas para quem tem problemas respiratórios que costumam se agravar durante o outono e o inverno.   “Para a tosse, o ideal é um xarope de mel puro, guaco e agrião. Para a gripe, uma mistura de anis estrelado, equinácea e sabugueiro”. No espaço também são oferecidas terapias integrativas. Há ainda toda uma estrutura bem completa para a produção de tinturas e medicamentos naturais. As voluntárias lembraram que as tinturas são bastante ideais porque permitem que suas doses sejam tomadas corretamente.
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Os voluntários também cultivam um horto com várias espécies de plantas, mantém um laboratório com diversos processos, incluindo os de esterilização de vidros, de secagem e de congelamento de plantas. “É feito todo um trabalho bem minucioso pois tem plantas que podemos colher só em determinados horários ou não podemos colher de choveu três dias consecutivos, por exemplo. Tudo isso para preservar o principio ativo desses vegetais e garantir o seu efeito”.   ]]>

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