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Rio Negrinho terá curso de combate à formiga cortadeira

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Foto: Francisco Santana/Embrapa Florestas
RIO NEGRINHO. A região do Planalto Norte Catarinense tem em sua economia diversas atividades ligadas à produção de madeira. Fabricação de móveis, pallets e embalagens de madeira, papel, papelão, embalagens de papel, celulose, madeira serrada e biomassa são algumas delas. Para suprir toda essa demanda por madeira existe a silvicultura, que na nossa região se destaca principalmente pelo cultivo de pinus e eucalipto. “Em Santa Catarina, cerca de 80% do plantio de árvores para produção de madeira é com pinus. Os outros 20% são de eucalipto. Existem outras culturas, mas são inexpressivas se comparadas com essas duas”, explica Mauro Murara Jr, engenheiro florestal e diretor executivo da Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR). Rio Negrinho e São Bento do Sul empregam quase 9 mil pessoas  De acordo com o último levantamento feito pela ACR, publicado no anuário estatístico da associação, São Bento do Sul e Rio Negrinho ocupam destaque no cenário catarinense quanto à geração de empregos formais em setores relativos à produção ou utilização de madeira. Depois de Caçador, que lidera a lista com aproximadamente 7 mil postos de trabalho, está São Bento do Sul, com mais de 5 mil postos. Rio Negrinho ocupa a quarta posição e emprega quase 4 mil pessoas. Juntas, as duas cidades são responsáveis por quase 9 mil vagas de emprego nos segmentos de silvicultura, indústria madeireira, celulose e papel e móveis de madeira. A região do Planalto Norte Catarinense tem em sua economia diversas atividades ligadas à produção de madeira. Fabricação de móveis, pallets e embalagens de madeira, papel, papelão, embalagens de papel, celulose, madeira serrada e biomassa são algumas delas. Para suprir toda essa demanda por madeira existe a silvicultura, que na nossa região se destaca principalmente pelo cultivo de pinus e eucalipto. Setor amigo do meio ambiente Engana-se quem vê o setor florestal e madeireiro como inimigo do meio ambiente. Muito pelo contrário, o cultivo de árvores surgiu justamente para suprir a demanda por esta incrível matéria-prima, que é a madeira. Para não acabar com a reserva natural de árvores nativas o setor se organizou e desenvolveu a silvicultura. Hoje, Santa Catarina é referência para o mundo, com a melhor taxa para a produção de madeira de pinus, além de ser um dos principais estados com programas de proteção ao meio ambiente. “Em Santa Catarina temos uma média de 1,5 hectare de área nativa protegida para cada hectare de área plantada. O que representa mais de 990 mil hectares de área preservada pelo setor florestal catarinense”, explica Murara. Profissionalização da atividade
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Fundada em 1975, a Associação Catarinense de Empresas Florestais surgiu para fortalecer e organizar o setor de árvores plantadas em Santa Catarina. Desde lá, inúmeros projetos foram colocados em prática, o que resultou na excelência da silvicultura catarinense. Porém, o trabalho é incessante. Constantemente a associação realiza reuniões, cursos, treinamentos e programas para atualização e modernização dos profissionais do setor. “Preparamos um curso direcionado ao combate da formiga cortadeira, que ataca as mudas e causa um grande prejuízo. Esse curso será ministrado em Rio Negrinho e conta com o apoio da Associação Empresarial de Rio Negrinho (ACIRNE), através do Núcleo de Meio Ambiente”, diz o diretor executivo da ACR. Sobre o curso
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O coordenador do núcleo, João Vitor Daufembach Matias, que também é engenheiro florestal, explica que a iniciativa veio de encontro com as necessidades de muitas empresas e produtores da região. “O treinamento trata do controle populacional de formigas em reflorestamentos e consiste em realizar a dosagem certa de formicidas, sem prejudicar o meio ambiente nem a saúde das pessoas que trabalham diretamente no plantio de árvores”, afirma. O curso de combate à formiga cortadeira, promovido pela Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), também conta com o apoio das empresas Renova e Mobasa. Curso no dia 26 de março com aula prática e teórica Está marcado para o dia 26 de março (terça-feira) e será realizado em duas etapas. Na parte da manhã, na sede da ACIRNE, acontece a parte teórica. Durante a tarde, na empresa Renova (associada à ACR), ocorre a parte prática. As taxas de inscrição custam: R$ 60 para profissionais de empresas associadas à ACR; R$ 70 para profissionais de empresas associadas à ACIRNE e R$ 80 para não associados. Informações Interessados devem entrar em contato com a ACR através dos telefones: (49) 3251-7306 e (49) 991-560-675, ou pelo email bruno@acr.org.br. As vagas são limitadas. SERVIÇO: O quê: Curso de Combate à Formiga Cortadeira Quando: 26 de março Onde: Rio Negrinho (SC)
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