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"Vamos olhar para Rio Negrinho e região também", afirma Fábio Schiochet, deputado federal eleito pelo PSL

Na foto acima, Schiochet (de camisa social azul claro). Com ele, da esquerda para a direita:  Oswaldo Candatten (presidente da Comissão Provisória do PSL de São Bento do Sul), Jorny Muehlbauer e Osni Grossl, da Comissão Provisória do PSL de Rio Negrinho
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O deputado federal Fabio Schiochet (PSL), eleito com 87.345 votos no pleito de outubro, esteve em Rio Negrinho ontem para participar da abertura do Natal Encantado. Antes do evento que reuniu milhares de pessoas no Centro Cívico da cidade, ele concedeu uma entrevista coletiva para profissionais da imprensa. O encontro aconteceu na Panificadora e Confeitaria Mari Thieme Haus. Um dos destaques da fala de Schiochet, que é de Jaraguá do Sul, foi sua preocupação também com o Planalto Norte catarinense.
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“Neste sentido quero salientar que Rio Negrinho e região tem, sim, um deputado federal. Vocês acabaram ficando sem o deputado federal da cidade mas tenham certeza que podem contar comigo”. O parlamentar declarou que após a confirmação do Comandante Moisés para o segundo turno das eleições ao governo do estado, todos os esforços das lideranças do PSL bem como das comissões provisórias da sigla nos municípios foram para garantir a eleição do militar, o que veio a se concretizar. “Neste momento estou percorrendo todas as regiões de Santa Catarina, me apresentando e me colocando à disposição em Brasília (DF). Mas em breve faremos reuniões com as comissões provisórias do PSL nos municípios para conhecermos suas necessidades em detalhes e podermos dar andamento as reivindicações dos catarinenses”. Schiochet ainda enfatizou que nada há de errado com a Comissão Provisória do PSL em Rio Negrinho. “O presidente do PSL de Rio Negrinho bem como toda executiva estão plenamente alinhados com a comissão provisória do PSL em Santa Catarina e com a Executiva do PSL no Brasil”.
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Jovem na vida e na política, Schiochet tem 30 anos, é casado e empresário por profissão. Também é estreante em cargo eletivo mas explicou que foi justamente a sua realidade de jovem,pai e empresário que despertou o interesse pela política. “Como pai, fiquei pensando que não quero para meus filhos o futuro que vinha se desenhando. Como empresário, tinha e tenho total noção do nível da economia no nosso país, do tamanho do chamado Risco Brasil e por isso, para ajudar a provocar as mudanças necessárias no país, optei pelo PSL, como simpatizante, claro, das propostas de nosso presidente eleito Jair Bolsonaro”. A respeito do futuro do 17 e das negociações políticas que as lideranças do partido precisarão fazem em Brasília para por em  prática suas promessas de mudança, Schiochet, disse que como parlamentar pela sigla, entende que a política é um jogo e que seus participantes precisam “jogar”. Mas com uma ressalva.
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“Negociações fazem parte da política. O PSL hoje não tem na Câmara dos Deputados a maioria que precisaria ter para garantir a dita governabilidade. Claro que negociações estão sendo feitas,mas nada do ‘toma lá, dá cá’ nem de trocas de apoio por cargos, propinas ou algo parecido”.    ]]>

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